Coisas que guardamos (ou que nos guardam?)

Publicado: agosto 18, 2003 em Música, escrever, sentir..., Olhar para dentro

Guardei o meu coração num lugar seguro
Longe de mim e de qualquer luz
As vezes fico curioso, e olho lá dentro
Eu não queria que ele adormecesse
Mas é estranho…
Como ele bate!Às vezes ficamos distantes de tudo. Queremos esconder nossos sentimentos, nossos desejos…
Eles parecem tão impossíveis, que julgamos não valer sequer o pensamento, que poderia, no caso da paixão, representar uma mínima esperança, que quase sempre acaba resultado em frustração em sofrimento.

Eu sempre me julguei muito capaz em abdicação, porque são raras as coisas e pessoas a quem me apego de maneira concreta, e na maioria das vezes elas nem conseguem perceber isso. Eu entrego boa parte de mim com alguma facilidade, mas algumas outras, poucas pessoas foram capazes de ver. As que viram, bem, estas tem conhecimento dos meus maiores medos, temores, e também de meu mais sincero amor.

No entanto, essa vontade de abrir a caixa me assola. E sempre que abro uma brecha, sinto o frio invadindo meu peito, e uma vontade enorme de trancar e jogar a chave fora. Sentimento ambiguo, estranho…

Mas hei de encontrar o meu bálsamo, e novas motivações.
Que todos tenham uma boa semana, e uma vida muito intensa 🙂

” Quando você faz a minha carne triste quase feliz ” ( Zeca Baleiro )

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