Eu morro mais, eu morro menos, tanto faz…

Publicado: agosto 27, 2003 em Olhar para dentro

Hoje eu fiz a inscrição para minha prova mais querida ( e temida ), para o vestibular da UFSC. Ainda ecoa na minha mente os últimos momentos, em que marquei Direito ao invés de Psicologia. Mas bem, era o que o meu coração, hoje e a um tempo atrás, me pediu, e eu não conseguiria desobedecê-lo. Andaram me dizendo que é impossível fazer direito pensando em transformações sociais. Que o sistema só corrompe e aliena, e que ser político é ser parcial, e ser parcial não combina com o Direito. Pois bem, eu acho que o Direito não tem como ser imparcial mesmo, já que ele admite tudo como ” certo ” ou ” errado “, ” transgressão ” ou ” não transgressão “. O problema é que, no mundo de hoje, ele está servindo por e a um único propósito: dinheiro. Ele é quem tem movido e manipulado o Direito, desvirtuando direitos e comprando que não poderia ser vendido.Afinal, todos tem direito a alimentação, saúde, lazer, moradia, etc. Mas guardaram esses direitos tão bem, que vamos precisar cavar e enterrar muita coisa pra acha-los novamente 🙂
E eu sei que você pode estar comigo, mesmo tendo feito moda ( fê =D ), jornalismo ( mari e jac ), computação ( anônima ), psicologia ( fabiii e senhorita ), biologia ( thiago ) ou mesmo que ainda nem tenha escolhido sua profissão 🙂

Uma pessoa bem especial comentou comigo sobre essa música… só então eu lembrei que tinha ouvido a algum tempo atrás, e achado muito bonita mesmo… ela estava perdida nas fitas/vinis de minha mãe, e eu resgatei em mp3 hoje… segue a letra
Isabella Taviani

Foto Polaroid

Sabe o que me cansa?
São essas tuas palavras
Que eu tenho que arrancar do meio da tua garganta, criança
Que eu tenho que trazer de dentro do teu peito, perfeito

Mas eu aqui, largado, num canto, desse apartamento
Eu choro mais, eu choro menos, tanto faz, você não vem mesmo
Mas eu aqui, eu aqui morrendo, desaparecendo, como uma foto de polaroid
Eu morro mais, eu morro menos, tanto fez, você não veio mesmo

Sabe, eu odeio, odeio adorar o seu jeito simples de viver
Ver você sorrindo assim loucamente quando estou aqui presente
Sentir as tuas pernas trêmulas do prazer satisfeito
E é por isso que eu não aceito, eu não aceito, ver você assim retrocedendo
Abrindo mão dos sonhos, fantasias, por essa covarde covardia

Muito menos pagando o preço dos nossos pecados,
Nem se fossem 10 centavos!

Mas eu aqui, largado, num canto, desse apartamento
Eu choro mais, eu choro menos, tanto faz, você não vem mesmo
Mas eu aqui, eu aqui morrendo, desaparecendo, como uma foto de polaroid
Eu morro mais, eu morro menos, tanto fez, você não veio mesmo

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