Sobre a confiança

Publicado: fevereiro 1, 2004 em Olhar para dentro

Estrelas que brilham…
Estrelas que apagam…Confiança é um requisito pra quase todo tipo de relação que estabelecemos aqui.
Por isso é que as cobranças relativas ao ciúmes, em minha opinião são quase sempre infundadas. Porque trabalham com a idéia de que, havendo possibilidade, a outra pessoa seria capaz de lhe trair. Ora, se eu estou com alguém parto do pressuposto de que ela é madura o suficiente pra saber se quer ficar comigo ou outra pessoa, e não acho que, caso ela escolha a mim, seja por falta de oportunidades. Portanto, respeitemos o espaço da outra pessoa, sua individualidade e sua vontade de, algumas vezes, estarem em companhias diferentes das nossas…

Massss…
Não foi por isso que eu resolvi falar sobre confiança.

Hoje eu fui acusado de fazer algo que não fiz, por uma pessoa que deveria ter certeza absoluta de que eu não seria capaz de fazer o que ela disse. Claro que as vezes o calor do momento pode nos impedir de raciocinar sobre todas as possibilidades, pode não nos deixar descobrir outros possíveis erros ou culpados, e exatamente por isso devemos respeitar esse momento como a hora de esfriar a cabeça. Mas não foi isso o que aconteceu. E, explodindo dessa maneira, ela certamente desrespeitou toda a nossa amizade, já que ao mesmo tempo em que demonstrou desconfiança, também demonstrou pouco caso em ouvir argumentos, inflexibilidade pra aceitar idéias, e ainda veio com aquele papo de ” eu confiei em você, te dei uma chance ” como se nossa relação de amizade se resumisse numa relação em que o envolvimento acontece de acordo com o espaço em que ela determina.
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Mas nem só de decepções temos um sábado!
Hoje eu fui ver os dois apartamentos, para decidir em qual eu morarei com minha mãe esse ano. É uma mudança significativa na minha própria maneira de viver, em que eu vou ter que assumir uma série de responsabilidades, vou ter que aprender sobre as limitações impostas por essa responsabilidade, mas vou abrir um leque muito grande de novos horizontes, já que vai ser um espaço em que eu poderei fazer mais coisas acontecerem do que atualmente ( e eu vou sairrr do traseiro do mundo =D )…
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Quente. Tudo muito abafado, e uma voz, alegre e vívida, dizendo para que eu não vá dormir ainda. Então eu abro as janelas, tento me despir, e tomo um pouco de água. Se não for o suficiente, eu começo a dançar. Não importa o que aconteça, eu não vou dormir, pelo menos não enquanto continuar ouvindo essa voz.
Que parece… ser o mundo… que me chama…

” Escute garota, o vento canta uma canção
Dessas que a gente nunca canta sem razão “

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