Arquivo de dezembro, 2009

Você não simplesmente levanta. Você decide levantar.

Você não simplesmente vive. Você decide viver.

Deixar a vida levar? Depende. Só se for para onde eu quiser que ela vá.

Minha utopia, meu norte

 

Algumas coisas estão sempre dentro de nós, e, por mais que não entendamos como, determinam a maneira como nos sentimos, o modo como percebemos o mundo, nossa esperança, nossos medos…

 

É como se existisse algo que não podemos definir ou controlar, como se não pudéssemos enxergar, embora nunca deixemos de sentir.

(não estou falando de Deus, embora muita gente dê esse nome a esta sensação)

 

Quem somos?


Alias, vamos começar antes. Por que somos o que somos? O que nos fez ser assim?

Nossa educação, nossa família, a social, o mundo todo que existe ao nosso redor. Sabemos isso, mas saber isso é só bem pouco melhor do que saber nada.

 

É preciso mergulhar bem fundo no que existe de mais profundo dentro de nós, se quisermos realmente questionar o que acontece dentro de nós. Se queremos guiar a nossa vida ao invés de ser guiado por ela, precisamos estar atentos e, acima de tudo, conscientes.

 

Agora, a consciência tem seu custo. Ela não é nem um pouco leve, nem um pouco fácil. Boa parte das vezes destrói nossas belas construções, nos faz perceber o que é areia, e o que permanecerá sendo real, não importa quantos furacões por ali passem.

 

Não dá para entender o que existe do lado de fora sem entender o que faz com que o lado de dentro enxergue desta forma. Esse é o início do caminho…

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18 de dezembro de 2009

Publicado: dezembro 18, 2009 em Olhar para dentro, Reflexões

E para que poderia servir tanto silêncio, senão para ouvir o que há aqui dentro, senão para me concentrar nos sussurros? Porque a intensidade não vem necessariamente da força ou da altura, mas sim do impacto, vem do profundo. E é difícil olhar, é escuro, e temos medo do que não dominamos (ah – mas ainda um dia eu perco o controle), ou o medo que temos é daqueles momentos em que não somos dominados?

Aspiramos liberdade, mas com medo da solidão. Queremos escolher só quando sabemos o quê…

Silêncio, chuva, um fim de ano, ombros cansados, olhos pesados.
(Alguma coisa está fora da ordem…)